Volta Redonda: Patrulha Maria da Penha atende 45 medidas protetivas em julho

Volta Redonda: Patrulha Maria da Penha atende 45 medidas protetivas em julho

Lei Maria da Penha completa em agosto 17 anos de proteção à violência contra a mulher

 

A Patrulha Maria da Penha de Volta Redonda recebeu no mês de julho 45 medidas protetivas deferidas pela Justiça, passando a acompanhar imediatamente os casos. Neste mês de agosto, o país comemora 17 anos de promulgação da Lei Maria da Penha, um alívio para as mulheres que vivem em situação de violência. Em Volta Redonda o serviço especializado foi criado em 2016, pelo atual secretário municipal de Ordem Pública, tenente-coronel Luiz Henrique Monteiro Barbosa.

Em julho foram realizados ainda: 107 monitoramentos via telefone; 25 visitas domiciliares; além de acompanhamentos a locais como Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (1) e Defensoria Pública (1). O serviço especializado é composto pela inspetora Wilma e o GM Oscar, ambos da Guarda Municipal (GMVR), recebendo as medidas protetivas deferidas por e-mail do Juizado Criminal e, a partir desse momento, é realizada uma busca ativa às vítimas de violência doméstica através de atendimento presencial ou telefônico.

Em 2021 foram feitos 571 atendimentos; em 2022, foram realizados 388 atendimentos e, entre 1º de janeiro e 31 de julho deste ano, foram 411 casos registrados. “O nosso município foi um dos primeiros a implantar e adotar a Patrulha Maria da Penha (desde 2016), para que pudesse acompanhar os casos de violências contra a mulher, fazendo cumprir as medidas protetivas, para que se tornassem mais efetivas e realmente sejam cumpridas”, salientou o secretário Luiz Henrique.

Pioneirismo – A Patrulha Maria da Penha foi criada em outubro de 2016, quando o atual secretário Luiz Henrique comandava a Guarda Municipal (GMVR). “Vimos a necessidade de formarmos um meio de proteger a mulher da violência doméstica e familiar, garantindo que as medidas protetivas seriam aplicadas e o seu acompanhamento efetivado, para evitar que uma prática delituosa termine em fatos contundentes”, exemplificou.

Fotos de divulgação.
Secom/PMVR

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